Ufologia - Relato de Alexander Balandine Relato de Alexander 
            Balandine
            Uma das palestras mais esperadas do I Frum Mundial de Ufologia foi, 
            sem dvida, a do cosmonauta russo Alexander Balandine, ex-tripulante 
            da estao orbital russa Mir. Ele ficou 180 dias no espao em sua 
            ltima misso, em 1990. Na palestra, apresentada no ParlaMundi da 
            LBV em 13 de dezembro, ele conta um pouco de suas experincias e 
            tambm a de seus colegas: "- Alguns de ns conseguiram ver no espao 
            certos fenmenos misteriosos... Guergui Gretchko, por exemplo, 
            ainda em sua primeira viagem ao espao registrou, a uma altitude de 
            120 quilmetros, linhas prateadas com centenas e centenas de 
            quilmetros de extenso. Eu e muitos cosmonautas tambm vimos isso. 
            Guergui Gretchko dedicou muitos anos  pesquisa desse fenmeno, 
            suas caractersticas e composio espectral. Ele recebeu o nome de 
            "Nuvens Argnteas" ( Prateadas ).
            O cosmonauta Guennady Streklov conta que, em 26 de setembro de 
            1990, ao sobrevoar Newfoundland (nordeste do Canad), foi testemunha 
            do surgimento de uma esfera. A atmosfera estava absolutamente limpa. 
            Essa esfera era muito bonita. Streklov a compara a uma bola de 
            rvore de Natal. Toda a observao durou uns 10 segundos. A esfera 
            encontrava-se a uma grande altitude da Terra e, na opinio dele, era 
            bem maior que sua prpria nave. Essa esfera, que assumia diferentes 
            cores, desapareceu to repentinamente quanto surgira. A propsito, 
            os cosmonautas tm uma regra secreta: se voc vir alguma coisa 
            incomum, no tire os olhos dela, porque depois poder no 
            encontr-la mais.
            Em 1990, durante o acoplamento de duas naves, Mussa Manarov 
            conseguiu ( esse j era seu segundo vo ) registrar em filme algo 
            que surgira inesperadamente no campo de viso da objetiva de sua 
            cmera. Manarov chama esse "algo" de objeto e sups que o tamanho 
            dele fosse de um metro, embora eu deva dizer que determinar o 
            tamanho de qualquer coisa desconhecida e sua distncia at ela no 
            espao sideral  algo muito difcil. O que era isso? Ningum sabe!"

             LBV em Revista, dezembro de 1997, Ano XIV nmero 150. 



